don't let your love be cheap

love yourself

It's that time of the year to celebrate love. Yes, that time, one day and that's it! It seems like we are all waiting for this special day to prove and validate what we feel. This time of the year, we are bombarded with all sorts of commercial pressure to go out and spend lots of money in the name of love. We look for a lovely Happy Valentine's card, that doesn't even express our love. We run to the shops, buy the most beautiful roses and fancy chocolates. But what happen when the roses have died and the chocolates have been gone? Do our love remain and do people still know how much we love them? Love is much more than the commercialised circus we see on Valentine's Day. I'm not saying that we shouldn't celebrate the love this day, I'm asking to do it every day!
Avoid consumerism and give more of you without needing special days. If you have to start this day, do it, but extend it for all the other days. So where to start?
If you want some flowers, go for a walk and pick your own. Instead of going to a restaurant, find a new recipe, cook it and share it with your beloved ones while listening you favourite playlist. Don't buy cards, don't let others express your love! Create your own card with recycled materials and write down your own feelings. Whenever you want to offer jewelry, look for ethical and eco-friendly jewelry rather than simply going for the shiniest thing you can afford. The same with chocolates, choose organic and vegan chocolates and make sure you are not destroying the planet while celebrating love.
Let's forget the fancy gifts or the 10 best ways to celebrate this day, let's focus on what we can actually give of ourselves. It doesn't matter if we are single, married or if we ended a relationship last month. Love is within us and it's time to start give of ourselves to others.

"The greatest happiness of life is the conviction that we are loved; loved for ourselves, or rather, loved in spite of ourselves."
Victor Hugo

 

É aquela época do ano para celebrar o amor. Sim, aquela época, um dia e é isso! Parece que estamos todos à espera deste dia especial para provar e validar o que sentimos. Nesta época do ano, somos bombardeados com todos os tipos de pressão comercial para sair à rua e gastar rios de dinheiro em nome do amor. Procuramos o cartão mais fofinho de Feliz dia de São Valentim, que nem sequer expressa o nosso amor. Corremos para as lojas, compramos as rosas mais bonitas e os chocolates mais extravagantes. Mas o que acontece quando as rosas morrem e os chocolates desaparecem? O nosso amor permanece e as pessoas continuam a saber o quanto as amamos? O amor é muito mais do que o circo comercializado que vemos no Dia dos Namorados. Eu não digo que não devemos celebrar o amor neste dia, apenas peço que o façamos todos os dias!
Evita o consumismo e dá mais de ti sem precisares de dias especiais. Se tiveres que começar neste dia, que assim seja, mas prolonga-o por todos os restantes. Então por onde começar?
Se quiseres flores, faz uma caminhada e colhe-as. Em vez de ires a um restaurante, procura uma receita nova, cozinha-a e partilha-a com aqueles que amas enquanto ouvem a vossa playlist favorita. Não compres cartões, não deixes que os outros expressem o teu amor por ti! Cria o teu próprio cartão com materiais reciclados e escreve os teus próprios sentimentos. Sempre que quiseres oferecer jóias, procura jóias éticas e eco-friendly em vez de correres para a loja e trazeres a coisa mais brilhante que podes pagar. O mesmo com os chocolates, escolhe chocolates orgânicos e vegan e certifica-te de que não estás a destruir o planeta enquanto celebras o amor.
Vamos esquecer os presentes extravagantes ou as 10 melhores maneiras de comemorar este dia, vamos concentrar-nos no que podemos realmente dar de nós. Não importa se estamos solteiros, casados ou se terminámos um relacionamento o mês passado. O amor está dentro de nós e é altura de começar a dar de nós mesmos aos outros.

"A maior felicidade da vida é a convicção de que somos amados, amados por nós mesmos, ou melhor, amados apesar de nós mesmos".
Victor Hugo